quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Poeta sou

Mente insana.
Mãos humanas.
Apenas palavras jogadas em vão
Um dia de loucura no meio da multidão
E as rimas me perseguem
Um dia de candura no afago dos lençóis
Meus sais! Porque diabos fui querer ser poeta, cheia de interpretações e a mente absolutamente insana e prolixa. E isso pode? Não se enganar com as agruras da vida, ao invés de virar militante e sair pelo mundo me busca de guerra. Escrever poemas, se iludir com o amor e não vender livros. Pior que anti-herói fracassado É poeta fracassado. Nenhum lugar melhor que um bar, um uísque barato e os rabiscos de um caderno...

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