quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Mais uma vez a menina sozinha. Quieta. Estranha. Do tamanho dos seus pequenos braços e nada podia abraçar. Solidão estranha. Um grito soando apenas como um ruído. Solidão tamanha.
   Passava o tempo inventando novas palavras para seus toscos sentimentos.
- Não se pode culpar a mão por dar o tapa!
- Não basta fechar os olhos para não ver.
Tudo continuará ali. Exceto o que ela não pode ter.

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