domingo, 23 de junho de 2013

Dedilha um poema em teu violão
E te peço que fique aqui para saber como se escreve meu nome.
A telha que te cobre a noite.
O dia em que fico na mão.

Em frente ao mar,
um sopro de vela que me orienta
e me sinto meio Neruda.
O suposto chão que me apóia...
tão confuso.
Cada falso passo.
O amor que não está mais aqui.
Até esqueci como se fazem rimas.

Mas quando a gente,
frente a frente,
frente ao mar.
Eu fico bem melhor
Sem amor e com beleza n'alma.

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